CLSClassification of Software Litigation

Padrão técnico aberto criado por Cristiano de Moraes

Estrutura do padrão

As seis categorias

A CLS organiza as disputas envolvendo software em seis categorias, definidas pelo tipo de controvérsia e pelo tipo de prova que ela exige. Cada categoria possui critério de enquadramento, tipologia de subtipos, protocolo executável, checklist de preservação e quesitos-modelo.

Enquadramento

Como identificar a categoria

Percorra as perguntas na ordem. A primeira resposta afirmativa define a categoria de partida. Casos que combinam mais de uma categoria são tratados como concurso e devem ser declarados no laudo.

Pergunta de enquadramentoCategoriaProduto principal
Há modelo de IA generativa no centro da controvérsia?LS-06Matriz de responsabilidade
As partes disputam a quem pertence o código?LS-02Parecer de Titularidade
A prova exige comparar dois códigos-fonte?LS-03Comparação em cinco camadas
O dano atravessou interface entre responsáveis distintos?LS-04Diagrama causal e análise de SLA
O software é consumido como serviço, sem projeto de implantação?LS-05Relatório de portabilidade
Há projeto com escopo, cronograma e aceite?LS-01Matriz Escopo × Entrega

§ Concurso de categorias

Um mesmo caso pode enquadrar-se em mais de uma categoria. Um resultado de IA generativa que reproduz código protegido combina LS-06 e LS-03; uma disputa societária sobre software combina LS-02 e LS-03. Nesses casos, aplicam-se os dois protocolos e o enquadramento múltiplo é declarado expressamente.

Aplicação da metodologia

Precisa aplicar a CLS em um caso concreto?

A classificação inicial ajuda a definir o protocolo, as evidências prioritárias e os limites da análise.

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